O post a seguir é uma reflexão da autora, não leve tão a sério, estamos aqui para nos divertir :)
Eles estão na moda, no look do dia, no desejo do dia, no não-sei-mais-o-quê do dia de tudo e quanto é blog de moda, tem gente que ama, tem gente que odeia. Mas, para tirar as dúvidas das cabeças dos queridos leitores, eu, filósofa que sou, separei alguns pontos importantes a se pensar antes de dar o rim, o fígado e a medula óssea por um par dessas belezinhas. Então, vamos lá!
Lampião ô Maria Bonita: Gente, é fato. Tem pessoas que não sabem andar de salto alto. Mas isso não é nada que não possa ser consertado com treino, no conforto do lar, sem ninguém ao redor pra ver. Porém, o primeiro passo pra que isso ocorra é assumir que não domina essa arte (eu mesma não domino, não ando de salto e sou realizada), só que tem garota que não assume, calça o bendito Jeffrey Campbell e sai por aí desfilando com a graciosidade de um jagunço. Só há uma trilha sonora pra isso,
e está aqui.
Batendo perna: O Jeffrey Campbell pode ser lindo, no lookbook, no look do dia de algum blog, mas com certeza não é o sapato ideal pra andar na rua, e, geralmente nós que não temos dinheiro pra gastá (infelizmente) procuramos sempre um sapato funcional, que seja bonito pro dia e pra balada. Agora, imagina só subir morro, andar na calçada tão torta que até um ceguinho faria mais reta, atravessar rapidinho já que o sinal sempre fecha quando a gente está no meio da rua? Não dá, néam gatan? Você pode até dizer "Ah, mas é pra ir pra balada", mas até pra ir pra balada a maioria da população brasileira tem que encarar uma rua. Agora imagina tropeçar (isso acontece frequentemente comigo) com esse saltão, além de king kong o resultado não pode ser muito legal. Ô pode, Jake Lonergan?

Pagando seu Jeffrey Campbell: Bom, e pra finalizar o lado ruim dos Jeffrey Campbell: o preço. Tudo bem que fora do país o valor é bem amigo, mas basta cruzar a alfândega que se inicia a operação: Brasileiro endividado ou seu dinheiro de volta. Imagine agora você se a operação é ou não é bem sucedida?
Exclusividade: Como são beeem originais, comprando o seu sapato Jeffrey Campbell você garante quase que exclusividade, uma vez que as garotas da sua cidade provavelmente estarão ocupadas demais comprando scarpins de bico redondo e cor fluorescente, além de você poder esfregar na cara do mundo que você têm um Jeffrey Campbell e é deshcolada, e ele não. ~mundo chora now~
Conforto: apesar de não ser ideal pro dia-a-dia, as usuárias desse tipo de sapato em geral aprovam o conforto que ele traz (pelo fato de ser geralmente fechadinho em cima e ter uma meia-pata generosa que ajuda ~mas só quem já sabe andar~ a andar de salto). Então, apesar de esses elementos auxiliarem num tombo histórico, também trazem um conforto. Aí a gente fica meio vendida, né?
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| Eu sei que é suCesso antes que perguntem, ok? Mas a imagem condiz com o tópico, portanto, perdoem. Peguei lá no Sugar Dance. |
Versatilidade: E fato que eles vão bem com todos os estilos: rocker, hippie, girlie, etc. etc. etc. e tal. Além de dar um peso e um toque especial aos looks mais simples. Além disso, esses sapatos provaram que não são moda passageira (já que estão a muuito tempo sambando sobre nossas faces), ou seja, você poderá usá-lo por muito tempo, ainda mais se ele for de cor neutra, aí querida, é só se esbaldar!
Nota final:
Dois Tims e meio. Porque só vale a pena se você for comprar sem apego a dinheiro (ou se for rica, #whatever) e com algumas aulas de como andar de salto alto.
Bjetes,
Lele.